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segunda-feira, 22 de agosto de 2016

7º aniversáro dos meus gatinhos

 Betty e Hercules
 

 Betty de coleira nova 

 O Hércules também tem uma, mas é mais discreto 

...e agora com a coleira (pulseira) da sua terra

 Betty
Hércules

segunda-feira, 8 de agosto de 2016

sexta-feira, 5 de agosto de 2016

Marilyn Monroe 1926 -1962

Marilyn Monroe faz hoje dia 5 de agosto de 1962 que faleceu aos 36 anos de idade vitima de de uma overdose de barbitúricos na sua casa, em Los Angeles, embora a sua morte seja também considerada como um provável suicídio.




quarta-feira, 3 de agosto de 2016

Gato que viaja de Metro, no Japão

No Japão, os transportes públicos são tão simples, que até um felino consegue utilizá-los sem problemas.




Desde 2013, um gato tem sido visto pelo metro de Tóquio, utilizando sempre a linha Seibu Ikebukuro, parecendo um morador como qualquer outro. 

O felino cumpre a etiqueta do transporte público, já que as testemunhas garantem se tratar sim do mesmo animal, que sempre deixa o máximo de espaço nos bancos para outros passageiros, respeitando a preferência de idosos, grávidas e pessoas com necessidades especiais. 




O gato nunca foi visto com um dono, e sempre parece saber quando entrar e quando descer da carruagem.  

terça-feira, 2 de agosto de 2016

José Afonso, 1929 -1985

Hoje fazia 87 anos,  José Manuel Cerqueira Afonso dos Santos, conhecido como José Afonso.

segunda-feira, 1 de agosto de 2016

A LENDA BUDISTA SOBRE OS GATOS

Para o budismo, os gatos representam a espiritualidade. São seres iluminados que transmitem calma e harmonia.
Na Tailândia existe uma lenda sagrada que transcendeu o tempo para converter os gatos em seres únicos de paz e íntima união, havendo vários em muitos templos dos países asiáticos. É por isso que é tão comum ver tantos gatos dormindo e enrolados nos braços das múltiplas estátuas sagradas de Buda e outros temas que enfeitam os jardins dos santuários.

Esta lenda tem suas raízes numa escola específica: a do budismo theravada ou o budismo da linhagem dos antigos.
Pode-se ler nos seus antigos papiros, uma encantadora história que conta que quando uma pessoa havia alcançado os níveis mais altos de espiritualidade e falecia, sua alma se unia placidamente ao corpo de um gato.
A vida poderia ser então muito curta, ou o quanto a longevidade felina permitisse, mas quando chegava o fim essa alma sabia que subiria para um plano iluminado. O povo tailandês daquela época, conhecendo essa crença, mantinha também outra curiosa prática. Quando um familiar falecia, enterrava-se a pessoa em uma cripta junto com um gato vivo. A cripta tinha sempre um espaço por onde o animal poderia sair, e quando o fizesse tinham por certo que a alma do ser amado já estava no interior daquele nobre gato… Deste modo, alcançava a liberdade e esse lugar de calma e espiritualidade capaz de preparar a alma para o caminho posterior, o caminho de ascensão.

Os gatos e a espiritualidade

 Dizem que os gatos são como pequenos monges capazes de trazer a harmonia a qualquer lugar. 

Os gatos são seres livres que bebem quando têm sede, que comem quando têm fome, que dormem quando sentem sono e que fazem o que deve ser feito a cada momento sem necessidade de agradar ninguém.

Não se deixam levar pelo ego, e algo especial desses animais segundo esse ramo do budismo é que os gatos aprenderam a sentir o que vem do homem desde eras muito antigas na história do tempo. No entanto, as pessoas ainda não aprenderam a sentir o gato no presente.


São leais, fiéis e afetuosos, e suas demonstrações de carinho são íntimas e sutis e, ainda assim, tremendamente profundas.





“O tempo passado com gatos nunca é um tempo perdido." -Sigmund Freud-







domingo, 24 de julho de 2016

Iris Grace e a seu gato Thula

A amizade com o gato Thula fez Iris Grace expressar-se como nunca tinha acontecido antes. As pinturas da menina de seis anos com autismo severo já conquistaram vários coleccionadores de arte. Agora, a história deu origem a um livro.

Iris foi diagnosticada com autismo severo quando tinha apenas um ano de idade.
Durante muito tempo, parecia viver num mundo isolado e só dela — quase não falava e raramente sorria. Os pais tentaram várias abordagens. Fez hipismo e não gostou, teve um cão como companhia e não reagiu. Um dia, em 2014, os pais decidiram adoptar um gato de raça Maine Coon e tudo mudou.


A empatia entre Iris e Thula foi imediata e a menina, já apaixonada por cavaletes e tintas, começou a comunicar como nunca tinha feito antes: “Eles sentam-se ao lado um do outro enquanto Iris pinta e novas portas de comunicação foram abertas, portas que achávamos estarem fechadas para sempre”, conta a mãe Arabella Carter-Johnson.



Thula está presente em todos os momentos da vida de Iris: o tempo da pintura, os passeios de bicicleta e de barco, o banho e até mergulhos na piscina.

  

 Os quadros coloridos da menina têm sido elogiados por vários colecionadores de arte do Reino Unido, onde ela vive, e vários foram mesmo comprados.

 

 Ver o programa The One Show, da BBC,

http://p3.publico.pt/cultura/livros/19768/amizade-da-menina-autista-e-do-gato-thula-esta-agora-num-livro




domingo, 5 de junho de 2016

Aqui há Gato ... já chegou a Lisboa

É um espaço que junta café, livros, pequenas refeições e gatos . Na Calçada de Estrela, em Lisboa.

Eu  já lá estive ... 















domingo, 29 de maio de 2016

A raça Lykoi - nova raça de gatos que se parecem com um Lobo!

Lykoi é uma nova raça felina , surgida de uma mutação natural dos gatos American Shorthair,  teve sua primeira ninhada em julho de 2010 e foi descoberta pelos criadores norte-americanos Johnny e Brittney.  

 


Segundo os criadores, a raça felina Lycoi foi, primeiramente, apresentada como uma mutação dos gatos Sphynx; no entanto, testes de DNA realizados nos primeiros exemplares da espécie não apresentaram ligação alguma com a raça dos bichanos pelados – comprovando se tratar de uma evolução dos American Shorthair (raça da gata que deu origem à ninhada).

A pelagem diferenciada  do Lykoi foi o que mais chamou a atenção dos criadores, que realizaram uma série de testes laboratoriais para se certificarem de que a cobertura atípica dessa não era resultado de tipo algum de doença ou deformação genética.

 
Comparados aos lobisomens, os exemplares Lykoi foram batizados em função da aparência selvagem – sendo que o seu nome significa, na tradução, algo como “gato lobo", atraindo a atenção pela sua pelagem “grisalha” e um pouco falha.
As suas particularidades vão muito além da aparência incomum, tambem  da sua personalidade  comparada à dos cães,fiel e extremamente dócil.

 

domingo, 8 de maio de 2016