domingo, 28 de dezembro de 2025

Em memória de Brigitte Bardot (1934–2025)



Descanse em paz, Brigitte Bardot.

Tailândia declara siamês como símbolo nacional


Os gatos já são os animais favoritos de muitas pessoas, mas ser reconhecido como um símbolo de todo um país é algo bem diferente.

Foi exatamente isso que aconteceu na Tailândia em novembro de 2025, ao homenagear as cinco raças de gatos siameses originárias do país: Suphalak, Korat, Wichienmas, Konja e Khao Manee. 

A decisão foi tomada seguindo as recomendações do Comitê de Identidade Nacional do País, baseando-se em evidências históricas e genéticas de suas características únicas. 

Os gatos siameses têm sido parte integrante da cultura tailandesa por séculos, presentes em tradições, folclore e no cotidiano dos locais. Eles são conhecidos por sua aparência distinta e sua natureza espontânea e amigável, o que os torna uma fonte de orgulho nacional. 

retirado de: https://www.facebook.com/Curiosidadeinfinitas


A minha  gata siamesa Fonfas 1990  

 


sexta-feira, 8 de agosto de 2025

Dia Mundial do Gato!

 

Bondosa Santa Gertrudes,

a ti que és a protetora dos gatos e de todos os felinos,

peço com especial fervor e devoção

que protejas a Betty de todo e qualquer mal

e de toda e qualquer dor ou doença.

Protege-o contra pessoas maldosas,

mantendo-o sempre abrigado e em segurança.

Toma conta da Betty 

todos os dias,

trazendo-o de volta ao seu lar se algum dia se perder.

Concede-lhe uma vida boa, feliz e com saúde,

livre de qualquer dificuldade.

Que assim seja.

Obrigada, Santa Gertrudes, por protegeres a Betty 

Ámen



domingo, 13 de julho de 2025

Envelhecer não é fácil.

 


Envelhecer não é fácil.
É um processo silencioso de despedidas.
Você precisa aprender a andar mais devagar,
não apenas com os pés, mas com a alma.
É preciso dizer adeus a quem você foi um dia,
e ter coragem de olhar nos olhos da pessoa que se tornou.
Fazer aniversário nem sempre é celebração.
Às vezes é confronto.
Você vê um novo rosto no espelho e tenta reconhecê-lo.
O corpo muda, o tempo desenha marcas onde antes havia pressa.
E você precisa aprender a caminhar com dignidade,
a carregar a história nas costas sem vergonha,
sem medo do que os outros vão dizer,
sem pedir desculpas por ainda estar aqui.
Envelhecer exige desapego.
De ideias, de pessoas, de versões suas que já não voltam.
Deixar ir quem não quer mais ficar.
Deixar ficar quem escolhe permanecer.
É aprender a não esperar dos outros aquilo que você precisa encontrar dentro de si.
É despertar sozinho, dia após dia,
e tentar se reconhecer naquele reflexo que parece mais distante a cada manhã.
É aceitar que alguns ciclos terminaram.
Que alguns amores se foram.
Que algumas dores não voltam — mas também, não somem.
É lembrar de quem partiu, com amor e saudade.
E chorar, se for preciso,
até esvaziar por dentro, até lavar a alma por inteiro.
Porque só assim, depois do pranto mais fundo,
é que voltam os sorrisos.
Voltam os pequenos encantos.
Nascem outras esperanças.
E novos desejos encontram espaço no coração.
Envelhecer não é o fim.
É um outro começo, mais sereno, mais real, mais inteiro.
E apesar de tudo, ainda é vida.
E onde há vida, há sempre algo por florescer.