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sábado, 24 de junho de 2017

Os Gatos do Museu do Hermitage

O Hermitage é um museu localizado às margens do rio Neva, em São Petersburgo, na Rússia. É um dos maiores museus de arte do mundo e sua vasta coleção possui itens de praticamente todas as épocas, estilos e culturas da história russa, europeia, oriental e do norte da África, e está distribuída em dez prédios, situados ao longo do rio Neva, dos quais sete constituem por si mesmos monumentos artísticos e históricos de grande importância.

 
O museu está situado dentro do grande complexo de edifícios historicamente significativos, que inclui o Palácio de Inverno, uma antiga residência de imperadores russos. Durante o reinado de Elizabeth da Rússia no início do século 18, o palácio foi infestado por ratos que invadiram as cozinhas reais e destruíram a madeira.
A história da origem da “Gatos do Hermitage” remonta a esse século,  quando os felinos começaram a ser oficialmente mantidos na área do palácio que abriga o museu.


Elizabeth da Rússia ordenou que os gatos domésticos fossem colocados no palácio para patrulhar seus porões e corredores para destruir a crescente população de ratos. Os gatos provaram ser uma solução extremamente eficaz para o problema dos ratos, e a rainha decidiu mantê-los como residentes.
Quando o palácio foi transformado em museu, os gatos permaneceram nas terras do palácio para proteger a coleção dos ratos.


Naquela época, os gatos do Hermitage morreram, mas no início da década de 1950 a população de ratos aumentou no museu, de modo que os novos gatos foram trazidos para continuar a tradição de erradicar os parasitas. Os gatos viveram em condições relativamente precárias até meados da década de 1990, quando a administração do museu iniciou um programa para cuidar dos moradores de Hermitage.
 

 
Em 2007, a administração do museu começou a adotar gatos vadios e, em 2011, iniciaram o "Catfest", uma celebração anual da população de gatos do Hermitage. Durante o Catfest, vários patrocinadores trazem comida e brinquedos para os gatos, e a administração do museu organiza competições de pintura de gato e caças para crianças.Atualmente, existem 74 gatos castrados que vivem no Hermitage. Eles vivem no porão e não têm permissão para percorrer as galerias. O programa de gato do museu emprega quatro pessoas e inclui uma pequena estação veterinária e uma cozinha especial que prepara refeições para os gatos. O museu recebe uma soma de 400 euros por mês da Fundação de caridade Pro Animale, e a empresa de alimentos para animais de estimação Royal Canin patrocina as refeições dos gatos.Atualmente, cada gato possui passaporte, cartão veterinário e o direito de circular por áreas específicas do Hermitage. Além disso, os bichanos estão na lista oficial de especialistas qualificados para eliminar os ratos dos porões do museu. 
Além disso, a partir de 2015, é possível que as pessoas adotem alguns dos gatos do Hermitage.

retirado de: http://www.thevintagenews.com/2017/03/22/the-famous-hermitage-museum-keeps-74-cats-to-keep-its-basements-mice-free/

quarta-feira, 5 de outubro de 2016

Istambul faz estátua para celebrar gato amado pela vizinhança

Tombili, ganhou escultura que imita sua pose favorita. 

 

A cidade de Istambul, na Turquia, inaugurou uma estátua em homenagem a um
famoso gato local que tinha o hábito de ficar "relaxando" numa escada da  calçada. 

A escultura foi inaugurada no Dia Mundial dos Animais.


O gatinho morreu no último dia 10 de agosto, vítima de uma doença desconhecida que o consumiu durante um mês.
Logo depois de sua morte, circulou uma petição online entre os moradores da região pedindo a construção da estátua em sua memória. 


O escultor Seval Sahin foi o encarregado de fazer a escultura, que reproduz a tradicional pose do gatinho. 



Descansa em paz Tombili!





sábado, 27 de agosto de 2016

Santuário de gatos no Havaí


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 O Lanai (seu nome oficial é Lāna‘i ) é a sexta maior ilha do Havaí, possuindo uma área de 364 km². É parte do estado norte-americano de Havaí. Lanai também é conhecida como A ilha do Abacaxi, por conter muitos arbustos desta fruta em seu território. 

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Localizado na pequena ilha havaiana de Lanai, o santuário abrange uma área de 7.500 metros quadrados e como os gatos não são confinados em jaulas, os felinos são livres para vaguear e explorar. Existem bastantes árvores para os gatos treparem e abrigos para se esconderem.


O santuário é o lar de quase 500 gatos (495 para ser mais preciso) e os visitantes são livres para os acariciar todos.

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Os gatos estão disponíveis para adoção e qualquer gato que não encontrar uma casa poderá passar o resto de sua vida no santuário. Está aberto ao público entre as 10h e 15h todos os dias.


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Lanai Cat Sanctuary / Facebooklanai-cat-sanctuary-hawaii-25

sexta-feira, 5 de agosto de 2016

Marilyn Monroe 1926 -1962

Marilyn Monroe faz hoje dia 5 de agosto de 1962 que faleceu aos 36 anos de idade vitima de de uma overdose de barbitúricos na sua casa, em Los Angeles, embora a sua morte seja também considerada como um provável suicídio.




quarta-feira, 3 de agosto de 2016

Gato que viaja de Metro, no Japão

No Japão, os transportes públicos são tão simples, que até um felino consegue utilizá-los sem problemas.




Desde 2013, um gato tem sido visto pelo metro de Tóquio, utilizando sempre a linha Seibu Ikebukuro, parecendo um morador como qualquer outro. 

O felino cumpre a etiqueta do transporte público, já que as testemunhas garantem se tratar sim do mesmo animal, que sempre deixa o máximo de espaço nos bancos para outros passageiros, respeitando a preferência de idosos, grávidas e pessoas com necessidades especiais. 




O gato nunca foi visto com um dono, e sempre parece saber quando entrar e quando descer da carruagem.  

terça-feira, 2 de agosto de 2016

José Afonso, 1929 -1985

Hoje fazia 87 anos,  José Manuel Cerqueira Afonso dos Santos, conhecido como José Afonso.

segunda-feira, 1 de agosto de 2016

A LENDA BUDISTA SOBRE OS GATOS

Para o budismo, os gatos representam a espiritualidade. São seres iluminados que transmitem calma e harmonia.
Na Tailândia existe uma lenda sagrada que transcendeu o tempo para converter os gatos em seres únicos de paz e íntima união, havendo vários em muitos templos dos países asiáticos. É por isso que é tão comum ver tantos gatos dormindo e enrolados nos braços das múltiplas estátuas sagradas de Buda e outros temas que enfeitam os jardins dos santuários.

Esta lenda tem suas raízes numa escola específica: a do budismo theravada ou o budismo da linhagem dos antigos.
Pode-se ler nos seus antigos papiros, uma encantadora história que conta que quando uma pessoa havia alcançado os níveis mais altos de espiritualidade e falecia, sua alma se unia placidamente ao corpo de um gato.
A vida poderia ser então muito curta, ou o quanto a longevidade felina permitisse, mas quando chegava o fim essa alma sabia que subiria para um plano iluminado. O povo tailandês daquela época, conhecendo essa crença, mantinha também outra curiosa prática. Quando um familiar falecia, enterrava-se a pessoa em uma cripta junto com um gato vivo. A cripta tinha sempre um espaço por onde o animal poderia sair, e quando o fizesse tinham por certo que a alma do ser amado já estava no interior daquele nobre gato… Deste modo, alcançava a liberdade e esse lugar de calma e espiritualidade capaz de preparar a alma para o caminho posterior, o caminho de ascensão.

Os gatos e a espiritualidade

 Dizem que os gatos são como pequenos monges capazes de trazer a harmonia a qualquer lugar. 

Os gatos são seres livres que bebem quando têm sede, que comem quando têm fome, que dormem quando sentem sono e que fazem o que deve ser feito a cada momento sem necessidade de agradar ninguém.

Não se deixam levar pelo ego, e algo especial desses animais segundo esse ramo do budismo é que os gatos aprenderam a sentir o que vem do homem desde eras muito antigas na história do tempo. No entanto, as pessoas ainda não aprenderam a sentir o gato no presente.


São leais, fiéis e afetuosos, e suas demonstrações de carinho são íntimas e sutis e, ainda assim, tremendamente profundas.





“O tempo passado com gatos nunca é um tempo perdido." -Sigmund Freud-







domingo, 24 de julho de 2016

Iris Grace e a seu gato Thula

A amizade com o gato Thula fez Iris Grace expressar-se como nunca tinha acontecido antes. As pinturas da menina de seis anos com autismo severo já conquistaram vários coleccionadores de arte. Agora, a história deu origem a um livro.

Iris foi diagnosticada com autismo severo quando tinha apenas um ano de idade.
Durante muito tempo, parecia viver num mundo isolado e só dela — quase não falava e raramente sorria. Os pais tentaram várias abordagens. Fez hipismo e não gostou, teve um cão como companhia e não reagiu. Um dia, em 2014, os pais decidiram adoptar um gato de raça Maine Coon e tudo mudou.


A empatia entre Iris e Thula foi imediata e a menina, já apaixonada por cavaletes e tintas, começou a comunicar como nunca tinha feito antes: “Eles sentam-se ao lado um do outro enquanto Iris pinta e novas portas de comunicação foram abertas, portas que achávamos estarem fechadas para sempre”, conta a mãe Arabella Carter-Johnson.



Thula está presente em todos os momentos da vida de Iris: o tempo da pintura, os passeios de bicicleta e de barco, o banho e até mergulhos na piscina.

  

 Os quadros coloridos da menina têm sido elogiados por vários colecionadores de arte do Reino Unido, onde ela vive, e vários foram mesmo comprados.

 

 Ver o programa The One Show, da BBC,

http://p3.publico.pt/cultura/livros/19768/amizade-da-menina-autista-e-do-gato-thula-esta-agora-num-livro




domingo, 5 de junho de 2016

Aqui há Gato ... já chegou a Lisboa

É um espaço que junta café, livros, pequenas refeições e gatos . Na Calçada de Estrela, em Lisboa.

Eu  já lá estive ...