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sábado, 31 de outubro de 2015

segunda-feira, 26 de outubro de 2015

domingo, 18 de outubro de 2015

Joseph Clark (1834-1926)

O pintor inglês Joseph Clark (1834-1926), nos seus quadros, deu um enfâse especial às cenas domésticas onde incluía muitas vezes gatos

Three Little Kittens

 Sharing The Cherries

Teasing The Kitten
 
The labourer´s welcome 

The Sick Boy
 
Home from the war
 
Left In Charge


sábado, 10 de outubro de 2015

segunda-feira, 5 de outubro de 2015

5 de outubro - Dia do Professor e Dia da implementaçao da Republica










5 de Outubro - Dia Mundial da Professora1

Neste tempo, é mais importante que nunca falar de Educação. É mais importante porque ninguém tem dúvidas sobre a importância que a Educação tem para o Desenvolvimento, para a Sustentabilidade e para a Democracia; a questão é como se organizam os sistemas educativos para que possamos atingir estes objetivos.
Assistimos presentemente a situações muito diversas. Em muitos países a Educação ainda não se tornou uma prioridade e há mesmo países que convivem conformadamente com a falta de escolarização dos seus jovens. Há também países que fazem um grande alarde sobre a Educação mas que, no final de contas, acabam por lhe atribuir recursos escassos e insuficientes para que a Educação possa ser aquilo que apregoam. Há ainda países que, tendo sistemas educativos experientes e financiados, optam por modelos de desenvolvimento educativo que menosprezam a equidade e a justiça de todos serem educados numa exigência de qualidade.
Apesar desta diversidade de situações, existe um fator imprescindível para evocar quando se fala de qualidade em Educação. Este elemento central é a Professora. A professora é um elemento central de toda a Educação. É ela que cativa os alunos, é ela que cria as situações em que eles podem aprender melhor, é ela que os apoia nas tantas horas que eles passam na escola, é esta professora que caminha ao lado dos alunos na grande aventura de aprender e de participar no mundo.
Apesar da complexidade e da importância desta profissão, não vão bons os tempos para as professoras. Em Portugal, e ainda muito recentemente, diminuiu enormemente o número de professores (como se fosse possível ensinar com eficácia turmas de alunos tão heterogéneos, sem apoios e sem diferenciação), as professoras foram desvalorizadas no seu trabalho ao lhes ser cortada a autonomia (na gestão do currículo e na gestão da escola) e ao verem o seu trabalho invadido por burocracia que descaracteriza a sua profissão e lhes retira tempo e disponibilidade para se debruçarem sobre a aprendizagem e a Educação.
Hoje, dia 5 de Outubro, saudamos em Portugal os 105 anos da instauração da República. A República sempre demonstrou uma preocupação sincera com a instrução pública. Grandes figuras da República como João Camoesas ou João de Barros foram percursores na enunciação de princípios que deveriam ter tirado das garras do analfabetismo milhares de portugueses. Saudamos por isso a República e os seus heróis educativos.
Mas saudamos hoje também as professoras portuguesas. As profissionais que dão o seu melhor para que os portugueses sejam capazes de ter um emprego, para que sejam cultos, para que sejam cidadãos, para que sejam participantes na sociedade, para que sejam solidários e que, acima de tudo, sejam livres.
Saudamos pois as professoras. E queremos reafirmar a dívida que todos temos às pessoas que amorosamente, que competente e persistentemente, nunca desistiram de nós.
 
De nós sempre professoras, sempre alunas.
 
Viva o Dia do Professora!
 
David Rodrigues
Presidente da Pró - Inclusão / Associação Nacional de Docentes de Educação Especial

1 Escrevo propositadamente este texto no feminino para me dirigir ao género da grande maioria dos profissionais de Educação. Sei que os professores (género masculino) compreenderão.

domingo, 4 de outubro de 2015

Dia Mundial do Animal


                                         .... e NOSSOS


sábado, 3 de outubro de 2015

Sigmund Freud e os animais


No livro “What do dogs know?”  (O que os cachorros sabem?) de Stanley Coren,
o autor relata que Freud tinha vários cachorros e sentia que os animais possuíam algum sentido que os fazia capazes de analisar o caráter das pessoas. Por conta disso Freud deixava o seu cachorro, da raça chow chow, o Jo-Fi, participar de sessões de análise. O analista admitiu que muitas vezes dependia da avaliação de Jo-Fi sobre o estado mental dos pacientes. Ele também sentia que a presença do cachorro parecia ter um efeito calmante nos pacientes, principalmente nas crianças. Pesquisas recentes mostram que Freud estava certo: fazer carinho em um cachorro calmo pode reduzir o stress.
Existem até indícios de que pessoas que possuem cachorros, e animais de estimação em geral, vivem mais e precisam de menos assistência médica.